Folhas de Outono

sábado, 25 de julho de 2026

A cabana Encantada

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   “Ainda escrevo. Não porque alimente aspirações a ser lido, mas porque há memórias que precisam ser escritas para ganharem coerência e ver...
quarta-feira, 15 de julho de 2026

A Porta Entreaberta

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                                                                    A viagem no tempo é solitária e silenciosa: quanto mais avançamos, menos...
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sábado, 14 de fevereiro de 2026

O Catetinho não está em ruínas — está em silêncio. E esse silêncio acusa.

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                                                                 Chega-se ao lugar como quem se aproxima de um capítulo vivo da história nac...
segunda-feira, 22 de dezembro de 2025

O mercador de Veneza

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  Sinto que as demandas de fim de ano estão me consumindo. Embora repita, quase como um mantra contemporâneo, o discurso de priorizar o temp...
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sábado, 9 de agosto de 2025

Entre águas calmas e batucadas de raiz: uma roda de samba na Holanda

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                                                                                                               Foto: Lúcia Boonstra Fui para...
domingo, 27 de julho de 2025

As Caudas do Encontro

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                                                                            "Vaidade de vaidades, tudo é vaidade_ sopro que passa, orgu...
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domingo, 25 de maio de 2025

Reflexões sobre confiar, oferecer e o vazio das cadeiras

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           Preparei tudo com zelo de quem acredita. Não num milagre, mas no encontro. Organizei um workshop com o coração exposto. O tem...
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Quem sou eu

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Lúcia Boonstra
Tenho muitos anos vividos e contradições bem resolvidas: nasci em Minas Gerais, mas Brasília me criou desde os quatro anos. Gosto de pão de queijo, mas não de café; ainda assim, seu perfume atravessa minhas lembranças como uma paisagem familiar. Escrevo poemas livres, nos quais o silêncio importa tanto quanto as palavras. Na literatura infantil, procuro o encantamento; deixo os ensinamentos para quem acredita que a imaginação precisa de coleira. As crônicas nascem das ruas, das mesas de café, das conversas ouvidas por acaso e dos detalhes que quase sempre escapam aos apressados. Os contos, por sua vez, começam na realidade, mas raramente permanecem nela: preferem um desvio, um toque do maravilhoso e alguma investigação das sombras e delicadezas humanas. Escrevo para prolongar o doce espanto de viver e, também, para inventar outras vidas em que realidade e sonhos possam respirar um pouco mais. Ver menos
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