Folhas de Outono

segunda-feira, 18 de julho de 2011

E quem cuida de mim?!

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Deixei de ver meus filmes da madrugada. Tomo café da manhã com meu pai. Mas ele não tem um horário preciso para levantar... Perdeu a no...
domingo, 10 de julho de 2011

Uma Pausa...

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Precisava de uma pausa e fui a São Paulo .Uma cidade maravilhosa! Efervescente de cultura, de lugares pitorescos e de gente educada,...
domingo, 3 de julho de 2011

Sharing...gosto desta palavra!

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Share... Compartilhar... Gosto muito desta palavra. Não tenho manias de estrangeirismos mas, devo confessar, que algumas palavras sã...
domingo, 26 de junho de 2011

Arrumando a casa...

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Frances Mayes , em seu livro Sob o Sol da Toscana , escreve sobre a casa: “ ...vender equivale a abandonar um conjunto de lembranças, ...
domingo, 19 de junho de 2011

E agora?!!

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         Esta semana fiquei surpresa quando ouvi por duas vezes, de mulheres diferentes: Não sei o que vou fazer da minha vida... Meu ca...
domingo, 12 de junho de 2011

Uma passadinha...

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Bem, a semana foi meio tumultuada... Sendo assim não tive muito tempo para escrever ou rever os papeizinhos. Mas para não passar em branco, ...
quarta-feira, 8 de junho de 2011

Vinicius de Morais

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            "  O biógrafo de   Vinicius , José Castello , autor do excelente livro " Vinicius de Moraes: o Poeta da Paixão ...
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Quem sou eu

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Lúcia Boonstra
Tenho muitos anos vividos e contradições bem resolvidas: nasci em Minas Gerais, mas Brasília me criou desde os quatro anos. Gosto de pão de queijo, mas não de café; ainda assim, seu perfume atravessa minhas lembranças como uma paisagem familiar. Escrevo poemas livres, nos quais o silêncio importa tanto quanto as palavras. Na literatura infantil, procuro o encantamento; deixo os ensinamentos para quem acredita que a imaginação precisa de coleira. As crônicas nascem das ruas, das mesas de café, das conversas ouvidas por acaso e dos detalhes que quase sempre escapam aos apressados. Os contos, por sua vez, começam na realidade, mas raramente permanecem nela: preferem um desvio, um toque do maravilhoso e alguma investigação das sombras e delicadezas humanas. Escrevo para prolongar o doce espanto de viver e, também, para inventar outras vidas em que realidade e sonhos possam respirar um pouco mais. Ver menos
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