Folhas de Outono

sexta-feira, 16 de março de 2012

Erratas, também as quero.

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Lya Luft , na Revista Veja de 24/29 de fevereiro de 2012, publicou Erratas na Vida . Como sempre um texto limpo, belo e verdadeiro. Gosto d...
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Meu sapato

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De volta a Sampa!  E mais uma vez, a cidade me encanta. Hospedada na Haddock Lobo , tive a oportunidade de aproximar - me da Paulista...
domingo, 15 de janeiro de 2012

O Piano

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                                  O Piano                       O piano executa uma triste canção...                       Cada cart...
domingo, 8 de janeiro de 2012

Equilíbrio

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 "Imaginem a vida como um jogo, no qual vocês fazem  malabarismo com cinco bolas que lançam no ar. Essas bolas são: o trabalho, ...
domingo, 1 de janeiro de 2012

Eu Quero.

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Há muito deixei de escrever, na agenda, minhas metas para o ano que chega. Percebo que agi de forma errada. Termina o ano e não consigo ...
2 comentários:
sexta-feira, 11 de novembro de 2011

O poder das palavras

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                                          É certo que a palavra tem poder. E uma boa palavra transforma, restaura, cria, assegura e co...
segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Rosário

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“...  olhar para dentro com a calma e a honestidade necessárias seria perigoso. Queremos garantia onde não há nenhuma, sem perceber que...
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Quem sou eu

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Lúcia Boonstra
Tenho muitos anos vividos e contradições bem resolvidas: nasci em Minas Gerais, mas Brasília me criou desde os quatro anos. Gosto de pão de queijo, mas não de café; ainda assim, seu perfume atravessa minhas lembranças como uma paisagem familiar. Escrevo poemas livres, nos quais o silêncio importa tanto quanto as palavras. Na literatura infantil, procuro o encantamento; deixo os ensinamentos para quem acredita que a imaginação precisa de coleira. As crônicas nascem das ruas, das mesas de café, das conversas ouvidas por acaso e dos detalhes que quase sempre escapam aos apressados. Os contos, por sua vez, começam na realidade, mas raramente permanecem nela: preferem um desvio, um toque do maravilhoso e alguma investigação das sombras e delicadezas humanas. Escrevo para prolongar o doce espanto de viver e, também, para inventar outras vidas em que realidade e sonhos possam respirar um pouco mais. Ver menos
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