Folhas de Outono

quinta-feira, 11 de julho de 2013

É preciso esvaziar as gavetas

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É preciso se perdoar. Somos falíveis. E é normal reconhecer nossos erros. O que não podemos é cultivar a culpa, a mágoa ou a tristeza...
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Momentos

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                                                                                    Foto: Onofra Lúcia. Amsterdam, 2013 Não escrevo co...
quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Encantos e desencantos...

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Me encanta viver. Da minha janela, vejo pássaros que voam como se dançassem um ballet. A coreografia é tão precisa e melodiosa, que ...
terça-feira, 6 de novembro de 2012

Um alien na minha coluna

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                    A primeira vez que o senti, estava em um hotel em Portugal. Ele repuxou as minhas costas com tanta firmeza, que qu...
sexta-feira, 16 de março de 2012

Erratas, também as quero.

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Lya Luft , na Revista Veja de 24/29 de fevereiro de 2012, publicou Erratas na Vida . Como sempre um texto limpo, belo e verdadeiro. Gosto d...
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Meu sapato

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De volta a Sampa!  E mais uma vez, a cidade me encanta. Hospedada na Haddock Lobo , tive a oportunidade de aproximar - me da Paulista...
domingo, 15 de janeiro de 2012

O Piano

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                                  O Piano                       O piano executa uma triste canção...                       Cada cart...
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Quem sou eu

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Lúcia Boonstra
Tenho muitos anos vividos e contradições bem resolvidas: nasci em Minas Gerais, mas Brasília me criou desde os quatro anos. Gosto de pão de queijo, mas não de café; ainda assim, seu perfume atravessa minhas lembranças como uma paisagem familiar. Escrevo poemas livres, nos quais o silêncio importa tanto quanto as palavras. Na literatura infantil, procuro o encantamento; deixo os ensinamentos para quem acredita que a imaginação precisa de coleira. As crônicas nascem das ruas, das mesas de café, das conversas ouvidas por acaso e dos detalhes que quase sempre escapam aos apressados. Os contos, por sua vez, começam na realidade, mas raramente permanecem nela: preferem um desvio, um toque do maravilhoso e alguma investigação das sombras e delicadezas humanas. Escrevo para prolongar o doce espanto de viver e, também, para inventar outras vidas em que realidade e sonhos possam respirar um pouco mais. Ver menos
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