Folhas de Outono

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

O Tédio das Notícias e o Pênis

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À noite, depois dos afazeres domésticos, uma curta conversa com a amiga ao telefone, a corrida até o médico para exames  de rotina, pos...
sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Ele, o ano, muda e você?

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Já estamos em um novo ano! Os fogos já se apagaram e a ressaca já foi curada... Hora de refazer planos ou simplesmente prosseguir os já...
quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Árvores e Primas

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Ao contrário do grande José Saramago , sempre tive aquela curiosidade, não mórbida, mas vívida, pelos ramos e galhos da chamada árvore ge...
segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Outono lá...Pitangas aqui!

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Sempre escrevi pelo prazer de fazê-lo.  Sou to tipo que gosta de expressar idéias, sentimentos, acontecimentos...  Necessidade de compa...
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quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Sharing

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Em um post anterior afirmei que gosto desta palavra: Sharing ... O som é sonoro e o significado mais interessante ainda... Compartilh...
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quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Vento que venta...

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Chove lá fora... Galhos e folhas outonais dançam, ao sabor dos ventos , e se espalham pelos espaços abertos. As árvores fazem coreograf...
domingo, 20 de outubro de 2013

FolhasOutono e o seu Telhado

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Esta é a visão dos telhados que tenho da janela da minha sala. O meu telhado é reto, é sólido, é claro, é iluminado pela luz diurna que...
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Quem sou eu

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Lúcia Boonstra
Tenho muitos anos vividos e contradições bem resolvidas: nasci em Minas Gerais, mas Brasília me criou desde os quatro anos. Gosto de pão de queijo, mas não de café; ainda assim, seu perfume atravessa minhas lembranças como uma paisagem familiar. Escrevo poemas livres, nos quais o silêncio importa tanto quanto as palavras. Na literatura infantil, procuro o encantamento; deixo os ensinamentos para quem acredita que a imaginação precisa de coleira. As crônicas nascem das ruas, das mesas de café, das conversas ouvidas por acaso e dos detalhes que quase sempre escapam aos apressados. Os contos, por sua vez, começam na realidade, mas raramente permanecem nela: preferem um desvio, um toque do maravilhoso e alguma investigação das sombras e delicadezas humanas. Escrevo para prolongar o doce espanto de viver e, também, para inventar outras vidas em que realidade e sonhos possam respirar um pouco mais. Ver menos
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