Folhas de Outono

sexta-feira, 2 de maio de 2014

Bicicletando na Gramática Holandesa

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Logo de manhã, deparei-me com este post na página do face: " Se não gosta de onde está, mude. Afinal você não é  árvore. " ...
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quarta-feira, 23 de abril de 2014

Ruas por onde vagueio

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Ontem atendi o convite do sol, que resolveu visitar- nos. Seus raios aqueciam o ar frio que teimava em correr livremente. Aos poucos, ...
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segunda-feira, 14 de abril de 2014

Transparência

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Sábado preguiçoso. Olho pela imensa janela. Ruas vazias. Silêncio. O sol brilha lá fora. Um convite à vida, mas minha inércia é maior...
quarta-feira, 9 de abril de 2014

Retratos de uma família

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Não sei se são as condições climáticas , o aconchego da língua e dos costumes ou, simplesmente, o doce prazer de me sentir em casa com os...
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quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

O Tédio das Notícias e o Pênis

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À noite, depois dos afazeres domésticos, uma curta conversa com a amiga ao telefone, a corrida até o médico para exames  de rotina, pos...
sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Ele, o ano, muda e você?

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Já estamos em um novo ano! Os fogos já se apagaram e a ressaca já foi curada... Hora de refazer planos ou simplesmente prosseguir os já...
quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Árvores e Primas

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Ao contrário do grande José Saramago , sempre tive aquela curiosidade, não mórbida, mas vívida, pelos ramos e galhos da chamada árvore ge...
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Quem sou eu

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Lúcia Boonstra
Tenho muitos anos vividos e contradições bem resolvidas: nasci em Minas Gerais, mas Brasília me criou desde os quatro anos. Gosto de pão de queijo, mas não de café; ainda assim, seu perfume atravessa minhas lembranças como uma paisagem familiar. Escrevo poemas livres, nos quais o silêncio importa tanto quanto as palavras. Na literatura infantil, procuro o encantamento; deixo os ensinamentos para quem acredita que a imaginação precisa de coleira. As crônicas nascem das ruas, das mesas de café, das conversas ouvidas por acaso e dos detalhes que quase sempre escapam aos apressados. Os contos, por sua vez, começam na realidade, mas raramente permanecem nela: preferem um desvio, um toque do maravilhoso e alguma investigação das sombras e delicadezas humanas. Escrevo para prolongar o doce espanto de viver e, também, para inventar outras vidas em que realidade e sonhos possam respirar um pouco mais. Ver menos
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