Folhas de Outono

segunda-feira, 18 de outubro de 2021

Um Convite Inesperado

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  E chego de Portugal, depois de duas semanas generosas de férias e, me surpreendo com um convite de Mara Parrela. Vamos fazer uma entrevist...
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domingo, 18 de julho de 2021

Vamos falar de tristeza?!

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                                                                         E  agora? A tristeza chegou... O que eu faço com ela?! E se eu lhe ...
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terça-feira, 17 de novembro de 2020

Auto conhecimento

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                                                    Na ânsia de melhor me conhecer, talvez devido o momento de reclusão vivido pela  pandemi...
quarta-feira, 23 de setembro de 2020

Vai para dentro

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     Sentada nos fundos da casa, observo o pequeno jardim que a minha frente se estende. Um pequeno canal divisa o jardim da rua, onde apena...
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sexta-feira, 8 de novembro de 2019

Vire a página!

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Pediram  a ela para virar a página. Ela ainda não conseguiu. A luta é diária... mas como virar a página, se ainda dói tanto! Não foi ape...
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quarta-feira, 19 de junho de 2019

Cala a boca, Magda!

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                                                                                                              _ Cala a boca, Magda! Est...
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segunda-feira, 4 de junho de 2018

Fui à Grécia

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Fui à Grécia. Assim, como Shirley Valetine , queria fugir da rotina. É bem verdade que minha rotina não inclui um marido e nem tão pou...
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Quem sou eu

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Lúcia Boonstra
Tenho muitos anos vividos e contradições bem resolvidas: nasci em Minas Gerais, mas Brasília me criou desde os quatro anos. Gosto de pão de queijo, mas não de café; ainda assim, seu perfume atravessa minhas lembranças como uma paisagem familiar. Escrevo poemas livres, nos quais o silêncio importa tanto quanto as palavras. Na literatura infantil, procuro o encantamento; deixo os ensinamentos para quem acredita que a imaginação precisa de coleira. As crônicas nascem das ruas, das mesas de café, das conversas ouvidas por acaso e dos detalhes que quase sempre escapam aos apressados. Os contos, por sua vez, começam na realidade, mas raramente permanecem nela: preferem um desvio, um toque do maravilhoso e alguma investigação das sombras e delicadezas humanas. Escrevo para prolongar o doce espanto de viver e, também, para inventar outras vidas em que realidade e sonhos possam respirar um pouco mais. Ver menos
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