Folhas de Outono

domingo, 27 de julho de 2025

As Caudas do Encontro

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                                                                            "Vaidade de vaidades, tudo é vaidade_ sopro que passa, orgu...
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domingo, 25 de maio de 2025

Reflexões sobre confiar, oferecer e o vazio das cadeiras

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           Preparei tudo com zelo de quem acredita. Não num milagre, mas no encontro. Organizei um workshop com o coração exposto. O tem...
quinta-feira, 22 de maio de 2025

Entre palavras e vitrines

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                                                                                                Captura no Freepik Passeava pela rua sem um ...
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sábado, 26 de abril de 2025

Entre laranjas e palavras: Uma crônica sobre lealdade

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Hoje, saí para celebrar. Por todos os lados, bandeirolas, balões, pessoas trajando roupas festivas, estranhas, adereços singulares, tudo lar...
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quarta-feira, 16 de abril de 2025

As palavras e o coelho

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            Sentada no café, apreciava o movimento da rua em frente. O capuccino feito com leite fresco, tinha sabor e cheiro de infância na...
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sexta-feira, 16 de agosto de 2024

A pedra no meio do caminho Literário

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  Quando você não consegue mudar a realidade e você a usa como inspiração. Aconteceu! Era uma vez uma escritora que vivia em um pequeno apar...
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sexta-feira, 31 de maio de 2024

São as águas de março

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                                                                                     Procuro todo ano um novo local para passar minhas curta...
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Quem sou eu

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Lúcia Boonstra
Tenho muitos anos vividos e contradições bem resolvidas: nasci em Minas Gerais, mas Brasília me criou desde os quatro anos. Gosto de pão de queijo, mas não de café; ainda assim, seu perfume atravessa minhas lembranças como uma paisagem familiar. Escrevo poemas livres, nos quais o silêncio importa tanto quanto as palavras. Na literatura infantil, procuro o encantamento; deixo os ensinamentos para quem acredita que a imaginação precisa de coleira. As crônicas nascem das ruas, das mesas de café, das conversas ouvidas por acaso e dos detalhes que quase sempre escapam aos apressados. Os contos, por sua vez, começam na realidade, mas raramente permanecem nela: preferem um desvio, um toque do maravilhoso e alguma investigação das sombras e delicadezas humanas. Escrevo para prolongar o doce espanto de viver e, também, para inventar outras vidas em que realidade e sonhos possam respirar um pouco mais. Ver menos
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